O LAV luta para construir um monumento que irá “ajudar a perpectuar” a presença lusa nos EUA

Com o obectivo de angariar fundos para a construção e edificação do “Luso American Veterans Monument” teve lugar (17 de Abril) no salão nobre do Sport Clube Português de Newark(SCP) um “almoço cultural” que contou com a presença de centena e meia de convidados.

 

 

Este monumento que vai custar mais de 200 mil dólares visa manter viva e honrar a memória dos portugueses e luso-americanos que prestaram serviço nas Forças Armadas dos Estados Unidos da América, ao longo da sua história, nomeadamente daqueles que tombaram no “Campo da Honra”, dentro e fora das suas fronteiras.

 

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Para além de alguns membros da Direcção do LAV, estiveram também o mayor de Kearny, Dr. Alberto Santos, o chanceler João Gouveia, em representação do Cônsul Geral de Portugal em Newark, Dr. Pedro Soares de Oliveira, que por motivos imprevistos não pôde estar presente, Jack Costa, presidente do Sport Clube Português, uma representação da Associação de ex-Marinheiros Portugueses –USA, uma delegação de militares da Associação de Veteranos do Estado de Massachusetts, os activistas João Crisóstomo e Renato Baptista, os escritores Baldomiro Soares, Fernando Santos e Glória de Melo, e ainda algumas representações associativas e culturais da cidade de Newark.

 

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Em ambiente acolhedor e descontraído, os convidados conversaram sobre o projecto, bem como sobre as suas aspirações e os seus afazeres do dia a dia.

 

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Seguiu-se depois o almoço confeccionado pela equipa de cozinha do SCP, que foi abençoado pelo padre Simão, da Igreja de Nossa Senhora de Fátima de Newark.

 

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Após o almoço, o comando Manny Cunha e João Machado fizeram as apresentações “da praxe” e lembraram o projecto do “Luso American Veterans Monument”, que foi saudado com uma forte salva de palmas.

 

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Durante o protocolo, foram tocados os hinos nacionais dos Estados Unidos e Portugal e foi observado um minuto de silêncio, em homenagem a todos os soldados portugueses e luso-americanos que morreram ao serviço deste país da América do Norte.

Após esta cerimónia seguiram-se os discursos.

 

 

O luso-americano Alberto Santos, mayor da cidade de Kearny, uma cidade de 40 mil habitantes, localizada a poucos minutos de New York, começou por elogiar a iniciativa dos membros do “Luso American Veterans Monument” e da importância que tem “para a lembrança dos nossos soldados que tombaram em todas as guerras ao serviço dos Estados Unidos, e que muitos insistem, em esquecer”, disse.

 

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O Dr. Alberto Santos, advogado, (1º na foto à esquerda, aqui acompanhado pelo jornalista e escritor Fernando Santos, e pelo Chanceler João Gouveia, à direita) tem defendido a importância de os luso-americanos se envolverem cada vez mais nos assuntos culturais, empresariais e políticos deste país, a fim de melhor enfrentarem os desafios que os novos tempos colocam, sem esquecer as novas gerações. Durante a sua alocução, desafiou a comunidade portuguesa e luso-descendente a apoiar este projecto “já que ele vai ser também uma forma de homenagear e honrar todos os nossos ante-queridos, que lutaram e morreram, por este país que nos acolhe. Eles deram o melhor de si, e nós também temos que dar o melhor de nós para ajudar a construir este memorial, que será, porventura, o melhor exemplo de gratidão que lhes podemos prestar”, concluiu o mayor Alberto Santos.

 

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O Chanceler João Gouveia, que falou em representação do Cônsul Geral de Portugal em Newark, Dr. Pedro Soares de Oliveira, elogiou a iniciativa e lembrou que  “homenagear todos esses combatentes é reconhecer a memória colectiva de uma comunidade que valoriza e tem orgulho no contributo dado para este grande país de emigrantes”.

 

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Pedro Belo, Presidente do Comité de Finanças e Angariação de Fundos, para a construção do monumento, começou  por agradecer a presença de todos neste evento e lembrou também aos vários orgãos de comunicação social presentes que “iniciamos agora uma fase crítica para o desenvolvimento do projecto de construção do monumento que irá reconhecer para a posteridade o contributo dos Portugueses e dos Luso-Americanos, ao serviço dos diversos ramos das Forças Armadas Americanas.

 

Até ao momento as actividades da organização têm sido concentradas nas tarefas menos visíveis de formalização da organização e de preparação do lançamento do concurso público de candidatura ao desenho e concepção, do monumento. A partir de agora o êxito deste projecto vai depender fundamentalmente da participação mais alargada da comunidade em geral, dos empresários Luso-Americanos, das Instituições e do contributo das várias organizações de veteranos. Não quero deixar passar esta oportunidade sem apelar à contribuição de todos para que participem activamente nas iniciativas de “fund raising” e que colaborem na divulgação mais geral do projecto”, concluiu o Dr. Pedro Belo.

 

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Jorge Ventura, Presidente do Comité Executivo do “Luso-American Veterans Monument”, recordou que “já há alguns anos que um grupo de portugueses residentes na comunidade portuguesa de New Jersey, sonhava ver na cidade de Newark, algo que testemunhasse no futuro a presença dos portugueses nesta cidade. Como parte da comissão organizadora deste mega projecto que vai custar mais de 200 mil dólares, tenho o prazer de informar que reunimos um conjunto de personalidades, desde representantes do Governo Português, Autoridades Estaduais e Comunitárias que de imediato acarinharam o projecto”.

 

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Para finalizar, Jorge Ventura que disse sentir-se honrado por “termos convidado individualidades que de braços abertos se juntaram a nós”, dirigiu-se também em termos de agradecimento “a todos aqueles que têm colaborado no desenvolvimento deste projecto, nomeadamente aos membros dos oito (8) comités que constituímos, por todo o empenho com que têm dinamizado este grande empreendimento que irá perpectuar a presença de mulheres e homens Portugueses e Luso-Americanos que estiveram e estão envolvidos nas Forças Armadas deste grande País”.

 

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Depois dos discursos seguiu-se a apresentação do livro do jornalista e escritor Fernando dos Santos, que tem por título “Terra que é boa para viver é também boa para defender”, frase que o fuzileiro naval luso-americano Joaquim Vaz Rebelo escreveu à namorada, colocando-lhe a natural possibilidade de ali encontrar a morte, mas justificando o desafio que diariamente atirava à vida, poucos dias antes de morrer numa emboscada (dia 13 de Maio de 1967) no Vietname .

 

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Fernando dos Santos diz que “são largos milhares os luso-americanos que serviram e servem as forças armadas dos Estados Unidos. São menos os que morreram nos campos de batalha, mas aproximam-se do milhar. Neste livro, constam os nomes de 929 militares com apelidos portugueses que perderam a vida nas guerras dos Estados Unidos – desde a Guerra da Independência até à actual intervenção na Síria. Deste total, 428 têm a sua origem portuguesa perfeitamente confirmada e os restantes 501 têm elevada probabilidade de terem iguais raízes.

 

 

A confirmação da origem portuguesa das 428 baixas foi feita através de demorada consulta da imprensa luso-americana. A elevada probabilidade de as restantes 501 baixas serem de origem portuguesa foi aceite quando, partindo do apelido de tradição portuguesa, analisamos o nome próprio, o nome médio, o local de nascimento, o estado em que o militar cresceu, a fotografia confirmando a sua raça branca e outros factores que, por vezes, surgem nas breves biografias a que conseguimos acesso”.

 

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O comando Manny Cunha, que fez a apresentação do autor e da obra, referiu a todos os convidados que Fernando dos Santos “depois de ter sido em Portugal redactor da agência noticiosa France Press, continuou nos Estados Unidos a sua actividade jornalística ao serviço do bessemanário Luso Americano, agência Lusa e do extinto semanário Portuguese Post, onde escreveu e ajudou a escrever, alguns capítulos da história brilhante da emigração portuguesa nos Estados unidos”.

 

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Falar de Fernando dos Santos, considerado por muitos como um defensor de muitas causas nobres em prol das comunidades portuguesas dos Estados Unidos e Hawaii, é falar de um jornalista que vivia a profissão no que diz respeito às questões de ética e deontologia dos jornalistas.

 

 

“Era muito preocupado com o modo como os jornalistas desempenhavam a profissão e era também muito interessado pelas questões comunitárias, políticas locais e internacionais, factores que lhe davam uma visão muito própria das coisas e dos acontecimentos e, por esse prisma, foi sempre um jornalista empenhado e atento ao mundo”, disse ao The Portugal Times um dos seus antigos colaboradores presentes nesta festa de angariação de fundos para o LAV.

 

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Reformado desde Agosto de 2010, Fernando dos Santos tem vindo a pôr em livros algumas das suas notas.

 

 

Depois das mais de 500 páginas do livro “Os Portugueses de New Jersey”, editado em 2014, Fernado dos Santos sai agora com este volume sobre os Luso Americanos que Morreram ao Serviço da Forças Armadas dos EUA. Anteriormente, Fernando dos Santos publicou “Os Portugueses do Hawaii” (1996), e “Por Quem Os Sinos Não Dobram” (1994) este, segundo o autor, “com o título a evocar outras missões suicidas, numa altura (início dos anos de 1990) em que os índios Ianomamis do Brasil pareciam viver para morrer, dada a ameaça da sua extinção pela intensidade do garimpo sem que em sua memória se ouvissem badaladas na torre de qualquer areópago”.

 

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Fernando dos Santos, aqui acompanhado por Baldomiro Soares, à esquerda e Renato Baptista, ao centro, ofereceu a receita da venda do livro para o “Luso-American Veterans Monument” e deixou-nos a nós mais uma fonte de conhecimento.

 

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O monumento que está previsto ser construído no Independence Parque, ou Parque dos Mosquitos, em frente ao East Side High School, pretende “simbolizar o silêncio deixado pelos nossos soldados que lutaram e caíram na guerra ao serviço dos Estados Unidos”, sendo por isso uma “homenagem ao silêncio da om-nipresença das pessoas, que deixaram o seu povo, as suas famílias, as suas raízes.

 

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Neste livro, Fernando dos Santos diz ainda que “a iniciativa de erguer em Newark um monumento aos militares de origem portuguesa que ao longo da história serviram as forças armads dos Estados Unidos e especialmente os que caíram com honra em combate por este país, fica a dever-se às associações luso-americanas de New Jersey que aderiram rapidamente à iniciativa a seu tempo lançada do interior da Associação de Comandos USA, com sede em Newark, New Jersey”.

 

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Glória de Melo, Presidente do Comité de Eventos e Informação (1ª à esquerda na foto, acompanhada por Anabela Martins), que tem colaborado ao longo dos anos em inúmeras causas culturais e sociais, fez questão de fazer uma “chamada de atenção” ao trabalho que se vai fazendo e ao muito que ainda falta fazer, e disse que para a conclusão deste projecto “todos são precisos”.

 

 

Na sua mensagem para a ocasião, Glória de Melo disse também que “tenho a honra de presidir à Comissão de Eventos, Informação e Pesquisa do LAV, com o jornalista João Machado, que é o Vice-Presidente, e ainda com Anabela Martins, Ricky Durães, Luís Lourenço, Carlos Brito, e João Matos. Mas em abono da verdade o elemento mais activo deste naipe, tem sido, sem dúvida alguma a Anabela Martins, a quem agradecemos a disponibilidade e o dinamismo.

 

 

De referir que as actividades desta comissão têm tido como objectivo principal a divulgação e a sensibilização da comunidade lusa e americana, nos Estados Unidos e Portugal, por todos os meios de comunicação social, e em eventos das várias associações, clubes, e instituições várias, a missão e os objectivos do LAV”, que podem ser consultados no site www.lav-monument.org

 

 

Entre os simpatizantes deste projecto estão também Dom Duarte de Bragança, e o Dr. José de Almeida Cesário, ex-Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas que deu o seu apoio a esta iniciativa e incentivou todos os Portugueses e Luso Americanos a ajudarem a escrever “mais este capítulo da história brilhante da emigração portuguesa nos EUA”, disse.

 

 

Por sua vez, o Senhor Dom Duarte de Bragança após ter conhecimento deste projecto, enviou uma mensagem aos membros do  “Luso-American Veterans Monument” onde diz que “nesta conformidade, não posso deixar de associar-me à vossa iniciativa e louvar o espírito patriótico e universal que preside à mesma e para a qual desejo o maior sucesso.  Permito-me sugerir que seria louvável que fossem também considerados artistas portugueses ou lusoamericanos para a elaboração de tão simbólico monumento”, disse o herdeiro da Corôa de Portugal.

 

 

Fazem parte do Comité Honorário, deste projecto, o Dr. Pedro de Oliveira, Cônsul Geral de Portugal em Newark; Joseph DiVincenzo, Chefe Executivo do Consado de Essex; Armando Fontoura, Xerife do Condado de Essex; Augusto Amador, Vereador da cidade de Newark; Tereza Ruiz, Senadora do estado de New Jersey; Dr. Manny Grova Jr., vereador geral da cidade de Elizabeth; e ainda os empresários António Seabra; Bernardino Coutinho; Jack Casimiro e António Matinho.

 

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Para animar este almoço de angariação de fundos para a causa LAV, estiveram os artistas consagrados Telmo Rosa e o cantor e actor Eduardo Marques.

Apesar da qualidade musical e da energia positiva distribuída por Telmo Rosa pelos quatro cantos do salão de festas do Sport Clube Português de Newark, foi Eduardo Marques que chamou mais a atenção dos presentes. Com um percurso artístico bastante sólido, Eduardo Marques mostrou parte do talento que o levou a participar, como actor e cantor nos musicais: Navio dos rebeldes ( nomeado para os Globos de Ouro), Peter Pan, Fame, High-School Musical, Phantom of the Opera e Les Miserables.
Para além disso, foi 2º classificado na Grande Noite do Fado, em Portugal, em 2007.
Participou como Actor/Cantor em teatros de revista, para as comunidades portuguesas nos Estados Unidos e Canadá, em 2007 e 2008.
Segundo classificado, na geral e primeiro entre os cantores, no programa: “ Portugal Got Talent”, em 2010, Eduardo Marques foi também o vencedor do festival RTP da Canção, em 2012, indo representar Portugal no festival Euro-visão desse ano que teve lugar no Azerbaijão.

 

 

A homenagem aqui prestada a todos os que tombaram em combate merece o maior respeito e dignidade. Recordamos também que para os elementos do LAV, um monumento evocativo tem que ser representativo do sacrifício dos que deixaram a vida na guerra logo no início das suas vidas activas e do sentimento e da dor dos familiares mais próximos.

 

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Coragem… pequeno soldado do imenso exército. “A alegria dos que regressam/ Não faz esquecer, os que morreram”!… O campo de batalha é a terra inteira e a vitória é, a civilização humana.

 

 

Como escreveu Charles M. Province – Capelão Militar do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, no poema “É o Soldado”:

 

– “É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos.

 

– É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.

 

– É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.

 

– É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.

 

– É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo.

 

– É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar.

 

– São os soldados -,  que reverenciam a bandeira, que servem sob a bandeira e cujos ataúdes são cobertos por ela -, que tornam possível e suportam que manifestantes, em seus protestos, a queimem…”.

 

E tú, és soldado?

 

 

CM/JM/The Portugal Times//fotos: Vera Reis/Brazilian Voice Newspaper//  4 de Maio de 2016

 

 

 

 

2 thoughts on “O LAV luta para construir um monumento que irá “ajudar a perpectuar” a presença lusa nos EUA”

  1. Obrigada Joao Machado e Carminho Machado parabens pois o artigo e tudo isto que expressas so esperamos que mais gente se junte ao nosso projecto. Bem hajam.

  2. Sem duvida a mais complete, concisa e que melhor descreve o que se passou neste evento bem como os propositos e principios do LAV. Obrigado pessoalmente e em nome dos membros do LAV por esta excedlente reportage. Continuem…

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